Charles Perrone, a literatura brasileira e os poetas cancionistas
30.04.2009 por Itaú Cultural

Charles Perrone. Tradutor e professor de português e de literatura e cultura luso-brasileira na Universidade da Flórida – EUA. Em 1985, recebe o título de doutor em literatura luso-brasileira e narrativa hispano-americana pela Universidade do Texas (EUA). É autor de diversos artigos sobre literatura e cultura brasileira, de Letras e Letras (da Música Popular Brasileira) (1a edição: 1988; 2a edição: 2008) e de Seven Faces: Brazilian Poetry Since Modernism (1996). Pesquisa a obra de poetas brasileiros modernos e contemporâneos como Paulo Leminski, Waly Salomão, Carlito Azevedo, Cláudia Roquette-Pinto e Antônio Cícero, dos quais é também tradutor.


Na primeira parte de sua entrevista, dada em S. paulo quando esteve no I Encontro Internacional Conexões Itaú Cultural, Charles Perrone conta como foi atraído para a literatura brasileira pelos poetas músicos: “Enquanto nos EUA só havia o Bob Dylan, no Brasil dava para fazer três antologias de poetas cacionistas”.

A formação de tradutores e seu trabalho como tradutor de poesia - particularmente os poetas-cancionistas - é o tema do segundo segmento da entrevista de Charles Perrone.

Na última parte de sua entrevista Charles Perrone comenta o aumento da projeção da literatura brasileira nos EUA e as perspctivas do projeto Conexões.

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